De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?
Esta pergunta foi pertinente ao pintor Francês Paul Gauguin. Seu quadro com o mesmo nome do título deste post, retrata sua idéia da evolução humana. Começa com uma criança em um canto (em amarelo, mas na penumbra), um adulto ao meio em contacto com o conhecimento (em amarelo iluminado)e no outro canto uma idosa (amarela, mas completamente na sombra de uma árvore), por trás, a natureza…
E a pergunta que intitulou o quadro continua sem resposta até hoje… De onde viemos? (Pensando de uma forma transcendental, ainda não temos certeza das respostas), Quem somos? (Ainda podemos arriscar alguma contestação) e Para onde vamos? (Voltamos ao ponto de partida… Ao mesmo lugar de Onde viemos).
Em todo o mundo se pergunta a mesma coisa, o que nos convence de que apesar das diferenças, somos todos iguais:
Francês : D’où venons nous? Que sommes-nous? Où allons-nous? (título original da obra de Gauguin)
Alemão: Woher kommen wir? Wer sind wir? Wohin gehen wir?
Inglês: Where Do We Come From? What Are We? Where Are We Going?
Espanhol: ¿De dónde venimos? ¿Qué somos? ¿A dónde vamos?
Suomi: Mistä tulemme? Keitä olemme? Minne menemme?
Íslenska: Hvaðan komum við? Hver erum við? Hvert förum við?
Italiano: Da dove veniamo? Chi siamo? Dove andiamo?
Russo: Откуда мы пришли? Кто мы? Куда мы идём?
Catedráticos e amadores da filosofia gostariam de poder responder a esta pergunta tendo certeza que seria a resposta certa, mas duvido que mesmo após uma resposta aceitável, a mesma seja definitiva.
Já ouvi uma resposta na minha cabeça…
Viemos do nada. Não somos nada. Não vamos a lugar nenhum.
E também,
Viemos do etéreo. Somos energia. Voltamos ao etéreo.
Em resumo, de onde viemos e para onde iremos, pode-se falar de um mesmo lugar. E o que somos, será uma questão de escolha: TUDO ou NADA.
(Joice Worm)